Bloom Care

Apresenta:

VIoletA

Um modelo brasileiro de IA generativa para cuidado longitudinal nos primeiros 1.000 dias

Proposta de colaboração científica · Agosto de 2026

A Bloom hoje

02 / 08

A healthtech pioneira em cuidado materno-infantil longitudinal, integrada ao sistema privado brasileiro.

População, cuidado e dados estruturados ao longo da jornada — em uma operação clínica real e em escala.

3 canais de distribuição

+800 clientes

Operadoras de saúde

Empresas

Corretoras / Benefícios

Ecossistema científico & impacto

Harvard Medical School + Boston Children's Hospital

Colaboração científica · neurodesenvolvimento e primeira infância

Pacto Global da ONU

Porta-voz ODS 3 · Saúde e Bem-Estar

B Corp

Empresa certificada de impacto

94·

Variáveis longitudinais por pessoa

Do engajamento digital aos desfechos maternos e infantis

75 mil+·

Vidas cobertas

População real em cuidado

~60%·

Retorno semanal

Engajamento longitudinal

O próximo passo: Violeta

03 / 08

Desenvolver o primeiro modelo generativo brasileiro para os primeiros 1.000 dias — uma janela crítica para a saúde materna, o desenvolvimento infantil e a saúde ao longo da vida.

Violeta-LM

Modelo nacional especializado em saúde materno-infantil e desenvolvimento nos primeiros 1.000 dias.

Violeta-BR

Corpus longitudinal brasileiro de cuidado materno-infantil, linguagem clínica e interações reais.

Violeta-Bench

Benchmark brasileiro para segurança, factualidade, equidade, longitudinalidade e explicabilidade.

A Bloom traz o ambiente real. A Finep cria a oportunidade de transformar esse desafio em uma frente estruturada de P&D.

Linha Temática 6 do edital Finep Mais Inovação Brasil — Tecnologias Digitais: modelos de IA generativa em português brasileiro, setor Saúde. Subvenção não reembolsável, com orçamento próprio para a ICT.

Por que um modelo geral não resolve

04 / 08

Dois problemas distintos: quem e quando.

01

Os dados — quem

44%

de 133 sistemas de IA analisados apresentam viés de gênero

26%

combinam viés de gênero e racial

Um sistema de detecção de doença hepática por exame de sangue deixou de identificar 44% dos casos em mulheres, contra 23% em homens. Modelos gerais herdam bases em que a mulher é minoria — e a mulher brasileira, minoria da minoria.

Berkeley Haas Center for Equity, Gender and Leadership, citado pela ONU Mulheres (2026).

02

O tempo — quando

“Estou com muita dor de cabeça.”

  1. 12 semanas

    Queixa comum. Orientação educativa resolve.

  2. 34 semanas

    Muda de categoria. Exige perguntas e possível encaminhamento.

  3. 5 dias pós-parto

    Janela de maior risco. O sistema precisa escalar, não orientar.

  4. 14 meses

    Exaustão e saúde emocional materna, não gestação.

O problema de P&D

Representar quem é a pessoa, manter estado ao longo de meses, detectar quando o risco muda e reconhecer o limite da automação — com desempenho estável entre grupos. É um problema ainda em aberto, especialmente em português brasileiro e em contexto assistencial longitudinal.

Quatro ativos nacionais

05 / 08

Quatro ativos nacionais

Reutilizáveis para além da saúde materno-infantil. Nenhum depende do sucesso do seguinte.

01

Violeta-BR — corpus

Curadoria, deduplicação, proveniência e representatividade linguística e étnica do português brasileiro real.

02

Violeta-LM — modelo

Seleção e especialização de modelo-base nacional. Eficiência de memória, latência, energia e custo por token.

03

Longitudinalidade, segurança e explicabilidade

Memória estruturada da jornada, modelagem temporal, grounding validado, regras de não resposta e escalonamento humano.

04

Violeta-Bench — benchmark

Aberto, em PT-BR: factualidade, aderência a protocolos, alucinação, robustez, equidade e eficiência.

Código aberto é preferência explícita da Linha 6 — o escopo do que se abre é decisão conjunta, prevista em instrumento próprio.

Colaboração

06 / 08

Uma arquitetura possível para o projeto

Um desenho inicial das competências necessárias.

USP - PARCEIRO CIENTÍFICO · ICT

Ciência e tecnologia

  • Desenvolvimento e especialização do modelo
  • Estratégia de treinamento e eficiência
  • Avaliação de desempenho, segurança e explicabilidade
  • Construção do benchmark científico
  • Pesquisa, formação e produção científica

Bloom Care · proponente

O ambiente real

  • Dados longitudinais e corpus clínico em português brasileiro
  • Conhecimento clínico, protocolos e critérios de segurança
  • População e ambiente real de validação
  • Produto, tecnologia e infraestrutura operacional
  • Coordenação do projeto e contrapartida

Possíveis parceiros estratégicos · a discutir com a USP

hipóteses para discussão conjunta — não há articulação em curso

Google DeepMind

IA para saúde materna em escala

Hipótese a discutir com a USP: aproximação científica a partir do trabalho de Milind Tambe e da experiência Google + ARMMAN na Índia — IA para identificar risco, personalizar intervenções e ampliar alcance em saúde materno-infantil.

inovabra

Ambiente potencial de piloto e validação

Hipótese a discutir com a USP: a partir da relação da Bloom com o ecossistema Bradesco, um piloto específico para validação em ambiente real, geração de evidência e eventual publicação.

Boston Children’s Hospital / Harvard Medical School
Colaboração científica complementar, fora do núcleo de P&D.

O convite

Bloom Care

Uma frente de pesquisa financiada, construída com a USP.

Recursos para a USP

Equipe · bolsas · infraestrutura

Pesquisa e publicação

Publicações · benchmark brasileiro · artefatos científicos

Formação

Mestrandos e doutorandos em um problema real de P&D

Um ativo raro

Corpus clínico longitudinal em português brasileiro

Próximo passo · Construir conjuntamente o escopo científico e técnico da proposta.

Transformando a saúde  ,desde o início.

Junte-se a nós

Bloom Care

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